Os Psicopatas leves

Tava surfando pela net… fazendo minhas leituras constantes e diárias quando li o texto que lhes apresento logo abaixo. Achei um bocado interessante… e não sabia que realmente existisse algo patológico assim!! Leiam com atenção a prestem atenção se não conhecem alguém assim! hehehehe

Quem não conhece um “leve” psicopata? Depois de ter lido o livro “Mentes Perigosas”, da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, você vai ver que conhece, e muitos!

Eles são narcisistas, egocêntricos. Pensam muito e sentem pouco. Tomam decisões a partir de como podem ser beneficiados com prazer, auto-satisfação, poder, status e diversão.
Além de terem o prazer no “errado”, isto é, de nadar contra a corrente, facilmente se ofendem e tornam-se violentos, pois não suportam contrariedades. São sempre vítimas.

Intolerantes ao tédio ou a situações rotineiras, os psicopatas buscam situações que possam mantê-los em um estado permanente de alta excitação. Por isso, evitam atividades que demandam grande concentração por longos períodos. Compromissos e obrigações nada significam para eles.

Naturalmente, pessoas assim não são confiáveis. Eles mentem, manipulam e chantageiam sem a menor dificuldade. Inteligentes, manipuladores, especializados no assédio psicológico, sabem convencer os outros. Eles conhecem as fraquezas alheias, apesar de não serem capazes de sentir o que os outros sentem.

Um dado importante: todo psicopata, de grau mais leve ou mais alto, tem consciência de seus atos, mas não sente a dor que causa nos outros, porque simplesmente seu cérebro não funciona assim.

Vamos compreender isso melhor. A grande maioria dos seres humanos é formada de empáticos: o sofrimento alheio provoca dor neles mesmos, o que os leva a tentar ajudar seus semelhantes. Ajudar o outro é uma forma de aliviar a dor que este lhes causa. Desta forma, nosso cérebro nos leva a ter comportamentos que garantem a harmonia social.

De modo simples e didático, podemos resumir nosso cérebro em duas importantes áreas: o sistema límbico (a sede das emoções) e o lobo frontal (sede do raciocínio).

Uma pessoa empática é capaz de ter ações compassivas e socialmente adequadas pois, como seu sistema límbico é ativado por emoções básicas, como raiva e medo, ele envia sinais para o lobo frontal onde são ativadas as áreas responsáveis pelos aspectos cognitivos – frios e racionais, assim como o julgamento moral.

Estudos comprovam que 4% da população mundial sofre de um déficit nos circuitos do sistema límbico, que deixa de transmitir, de forma correta, as informações para que o lobo frontal possa desencadear comportamentos adequados.
Ou seja, chegam menos informações do sistema afetivo para o centro executivo do cérebro. Assim, o lobo frontal, sem dados emocionais, prepara um comportamento lógico e racional, mas desprovido de afeto. Por isso, eles têm consciência de seus atos, mas não sentem a dor que causam nos outros!

Desta forma, os psicopatas não sentem medo nem ansiedade: parecem imunes ao estresse. Permanecem calmos em situações que fariam muitas outras pessoas entrar em pânico. São indiferentes à ameaça de punição. Eles têm até dificuldade de reconhecer medo e tristeza nos rostos e nas vozes das pessoas.

Uma vez que admitimos que uma pessoa é assim, biologicamente incapaz de se responsabilizar por suas ações, ficamos atônitos. Segundo a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, estas pessoas nascem assim e irão morrer assim. Então, desista de querer mudá-los!
Mas, como lidar com eles?
Como sentir compaixão por estas pessoas capazes de ferir e destruir a vida de tantas outras pessoas?

Tenho pensado bastante sobre isso. Em primeiro lugar, creio que seja importante admitirmos que certas pessoas são mesmo assim. Não precisamos rotulá-las de psicopatas, associando-as com pessoas criminosas e intencionalmente agressivas. Apenas reconhecer que certas pessoas são mesmo um pouco assim.

Um pouco é um dado relevante. Reconhecer este pouco já vai nos ajudar muito! Pois passaremos a investir nos relacionamentos com uma moeda de troca mais real e coerente.

Por exemplo, quando alguém nos mantém refém de suas promessas. Parece que o melhor está sempre por vir e que cabe a nós, tão somente a nós mesmos, saber conter nossa ansiedade, nos responsabilizarmos pelos danos da espera e “confiar neles”.

Como pessoas empáticas, não somos impulsivos. Mas, quando as promessas revelam-se mecanismos de controle para manter a situação vigente, devemos abrir os olhos!
Nestes casos, segue aqui um conselho: não confunda o que uma pessoa diz ter para oferecer, com ela mesma. Sua capacidade de realizar o que diz não é real!

Portanto, a primeira coisa a fazer é ajustar a intenção com que as promessas são reveladas, com a realidade concreta dos fatos. Uma vez recuperada a lucidez de nossa real situação, temos que nos preparar para olhá-la sob uma nova perspectiva. Como diz o velho ditado: “mais vale um pássaro na mão do que dois voando”.

Pare e reflita. Você está sendo refém de alguma promessa manipuladora? Caso a resposta seja sim, calma.
Mesmo consciente de sua limitação, será preciso ir aos poucos. Procure ajuda daqueles que souberam reconhecer e superar relacionamentos semelhantes. Uma vez livres de tal jogo sedutor, poderemos ter compaixão por eles. Mas, antes disto, é preciso nos curar.

Lembre-se, eles não mudam e não será você que irá provar o quanto é boa e capaz ao tentar mudá-los!

Bel Cesar é terapeuta.

Relacionamentos mudam pessoas ou Pessoas destroem os relacionamentos

Era um casal que nunca daria certo, parecia. E não deram certo mesmo. Mas por um bom tempo, cerca de um ano e meio (uma eternidade se comparado aos relacionamentos de hoje em dia) as coisas foram ótimas para Alessandro e Jéssica.

No começo, bem antes de iniciarem o namoro, Jéssica já era apaixonada, secretamente, por Alessandro. Vivia um romance de novela em sua mente onde ele a desejava, escrevia belas cartas de amor, lhe dava presentes todo dia… um grude só. E era feliz com isso até que o ciúme, esse real, foi crescendo e já não conseguia ser detido. Jéssica, uma menina muito bonita, mas igualmente insegura, conseguiu vencer seus temores e se declarou a Alessandro. Mas para ele, quem era aquela garota? Ninguém. Não havia interesse por parte dele e isso alimentava a paixão da menina que cada dia mais lhe escrevia, mandava músicas, poesias, declarações de um amor futuro e o quanto a falta dele a fazia sofrer.

Alessandro era um cacto. Por fora uma pessoa espinhenta, seca, pouco amável. Por dentro (e esse lado nem ele mesmo conhecia) uma vida inteira acumulada, pronta para ser gasta.

Não demorou muito, cerca de dois meses, Alessandro já se sentia culpado por usar Jéssica como uma forma de aumentar sua autoestima e segurança. Ela já não possuía mais nem uma coisa, nem outra.

Resolveu lhe dar uma chance. Jéssica explodiu em alegria e o cobriu de mimos e quanto mais tempo passava, mais Alessandro se via apaixonado por aquela garota. Tinha medo de se entregar, sempre tivera. Medo de conceder a estranhos a administração de bens tão preciosos quanto seu coração e pensamento, mas se alguém era digno de ocupar esse cargo, esse alguém era Jéssica. E começou ele também a escrever belas cartas de amor, várias, pelo menos três por semana. E fazia surpresas a sua namorada, a bajulava, dava-lhe toda a segurança do mundo, era um namorado exemplar jorrando o amor de novela com que Jéssica sempre havia sonhado. Mas tudo que é perfeito só dura enquanto pensamento. Realidade é viver e viver é imperfeito, infeito, enfeite muitas vezes.

Um ano de namoro e as coisas já eram bem diferentes. Jéssica, com a ajuda de Alessandro, havia resgatado a confiança em si, em seus potenciais e na capacidade de se achar bela e desejada. Jéssica tinha noção de que se quisesse poderia trocar de namorado todos os dias.

- Se você não quiser, tem quem queira – dizia, em tom de leve ameaça.

Ele já não imaginava uma vida sem ela. Fazia planos de casamento, família, uma casa para morarem. Nunca achou que pudesse amar tanto alguém como a amava. Mas era irônico, e Alessandro no fundo sabia disso, que a partir do momento em que resolveu se abrir e verdadeiramente amá-la, começou em Jéssica um sentimento de comodismo. Já não escrevia como antes, as declarações foram minguando pouco a pouco, os planos foram sumindo e ela já não o namorava mais; convivia com ele.

Alessandro sentira a diferença, mas tinha medo de falar sobre o assunto e a namorada propor o término. Passava mal do estômago só de pensar na possibilidade. Uma voz lhe dizia:

- Eu falei. Amar dói. Era melhor não ter se entregado. Ela estava nas suas mãos enquanto a desprezava. Agora o idiota é você, amarrado a ela, não vendo vida além dos domínios que ela lhe impôs.

Já era tarde demais pra mudar. Alessandro não conseguia mais viver sem esse amor. Jéssica conseguia e tripudiava. Saía com as amigas, amigos, não avisava para onde ia, reclamava dele e se ousasse falar algo, ela já soltava sua frase:

- Se não quiser, tem quem queira.

Mas Alessandro sempre queria e ela sabia disso. Perduraram pouco mais de cinco meses nessa situação até que Jéssica começou a se sentir cansada e um pouco culpada. Já não o amava mais. Queria experimentar novas pessoas, novas bocas… queria o mundo. E ali, naquela vidinha segura e estável ela não conseguia o que almejava.

Pediu pra terminar. Alessandro pediu uma 2ª chance, ele mudaria o que fosse para ficar com ela, um pedido negado. Não era exatamente um problema ou outro dele. Era ele, o relacionamento… tudo!

Relacionamentos mudam as pessoas – ela concluiu – indo embora.

Pessoas destroem os relacionamentos – ele pensou – enquanto suas emoções alternavam entre a dor, angústia, esperança, alegria, tristeza, perseverança e decepção.

Por Rony Ron-Rén

Perigos do amor romântico por Regina Navarro Lins

Gostaria de compartilhar com vocês um texto que li hoje no jornal O Dia. Gosto muito de ler os texto da Regina, embora não concorde com todas as suas visões… ela prega um amor mais livre, até mesmo por mais de uma pessoa e tudo mais… tá… é perfeito em teoria, mas para mim não cabe na prática… ainda sou velho e romântico =P

De qualquer forma, aí segue o texto:

Certa vez, uma amiga me descreveu seu namorado como inteligente, culto, gentil, bonito. Dizia ter encontrado a “pessoa certa”. Foi enorme a surpresa que tive ao conhecê-lo. Na realidade, ele não correspondia a nenhuma das características que ela lhe atribuiu, pelo contrário, era o oposto de tudo.

O amor romântico não é apenas uma forma de amor, mas todo um conjunto psicológico — ideais, crenças, atitudes e expectativas. Essas idéias coexistem no inconsciente das pessoas e dominam seus comportamentos, determinando como devem sentir e reagir. Ele não é construído na relação com a pessoa real, e sim sobre a idealização que se faz dela. Mas a proposta é muito sedutora. Que remédio melhor para o nosso desamparo do que a sensação de nos completarmos na relação com o outro? A partir daí, surgem crenças equivocadas como: quem ama não sente tesão por mais ninguém; o amado deve ser a única fonte de interesse; todos devem encontrar um dia a “pessoa certa”. Mas por mais encantamento que cause num primeiro momento, ele se torna opressivo por se opor à nossa individualidade.

Assistimos a grandes transformações no mundo, e, no que diz respeito ao amor, o dilema atual se situa entre o desejo de simbiose — se fechar na relação com o parceiro — e o desejo de liberdade. Mas quando alguém alcança um estágio de desenvolvimento pessoal em que descobre o prazer de estar sozinho, se dá conta de uma profunda mudança interna.

Preservar a própria individualidade passa a ser fundamental, e a idéia básica de fusão do amor romântico, em que os dois se tornam um só, deixa de ser atraente. Por enquanto, não há dúvida de que desejar viver relações de amor fora do modelo romântico pode ser frustrante. As pessoas são viciadas nesse tipo de amor e fica difícil encontrar parceiros que já tenham se libertado dele. Mas acredito ser apenas uma questão de tempo.

Bonnie Kreps, cineasta canadense que escreveu um livro sobre o tema, diz que deixar o hábito de “apaixonar-se loucamente” para a novidade de entrar num tipo de amor sem projeções e idealizações também tem sua própria excitação.

É a mesma sensação de utilizar novos músculos, que sempre tivemos, mas nunca usamos por causa de nosso modo de vida. No entanto, ao começar a utilizá-los podemos fazer com nosso corpo coisas que antes nunca conseguimos. Para ela, os músculos psicológicos também existem e devemos olhar através da camuflagem do mito do amor romântico a fim de encontrá-los – e, então, ver com o que se parecerá o amor quando mais pessoas começarem a flexioná-los.

E vocês, o que acham disso?

Reflections of a Skyline

Que lindo, que foda… emocionante… é só o que tenho a dizer… Veja:

O Rouxinol e a Rosa

Tem teeeeempo que não posto né?!

Mas tudo bem… lá vai um texto lindo (e triste até) escrito por Oscar Wilde, um autor que tanto admiro e gosto!

_ Ela disse que dançaria comigo se eu lhe levasse rosas vermelhas – exclamou o Estudante – mas estamos no inverno e não há uma única rosa no jardim…

Por entre as folhas, do seu ninho, no carvalho, o Rouxinol o ouviu e, vendo-o ficou admirado…

_ Não há nenhuma rosa vermelha no jardim! – disse o Estudante, com os olhos cheios de lágrimas. – Ah! Como a nossa felicidade depende de pequeninas coisas! Já li tudo quanto os sábios escreveram. A filosofia não tem segredos para mim e, contudo, a falta de uma rosa vermelha é a desgraça  da minha vida.

Eis, afinal, um verdadeiro apaixonado! – disse o Rouxinol. Tenho cantado o Amor noite após noite, sem conhecê-lo no entanto; noite após noite falei dele às estrelas, e agora o vejo… O cabelo é negro como a flor do jacinto e os lábios vermelhos como a rosa que deseja; mas o amor pôs-lhe na face a palidez do marfim e o sofrimento marcou-lhe a fronte.

_ Amanhã à noite o Príncipe dá um baile, murmurou o Estudante, e a minha amada se encontrará entre os convidados. Se levar uma rosa vermelha, dançará comigo até a madrugada. Somente se lhe levar uma rosa vermelha… Ah… Como queria tê-la em meus braços, sentir-lhe a cabeça no meu ombro e a sua mão presa a minha. Não há rosa vermelha em meu jardim… e ficarei só; ela apenas passará por mim… Passará por mim… e meu coração se despedaçará.

_ Eis um verdadeiro apaixonado… – pensou o Rouxinol. – Do que eu canto, ele sofre. O que é dor para ele é alegria para mim. Grande maravilha, na verdade, é o Amar! Mais precioso que esmeraldas e mais caro que opalas finas. Pérolas e granada não podem comprá-lo, nem se oferece nos mercados. Mercadores não o vendem, nem o conferem em balanças a peso de ouro.

_ Os músicos da galeria – prosseguiu o Estudante – tocarão nos seus instrumentos de corda e, ao som de harpas e violinos, minha amada dançará. Dançará tão leve, tão ágil, que seus pés mal tocarão o assoalho e os cortesãos, com suas roupas de cores vivas, reunir-se-ão em torno dela. Mas comigo não bailará, porque não tenho uma rosa vermelha para dar-lhe… – e atirando-se à relva, ocultou nas mãos o rosto e chorou.

_ Por que está chorando? – perguntou um pequeno lagarto ao passar por ele, correndo, de rabinho levantado.

_ É mesmo! Por que será? – Indagou uma borboleta que perseguia um raio de sol.

_ Por quê? – sussurrou uma linda margarida à sua vizinha.

_ Chora por causa de uma rosa vermelha, – informou o Rouxinol.

_ Por causa de uma rosa vermelha? – exclamaram – Que coisa ridícula! E  o lagarto, que era um tanto irônico, riu à vontade.

Mas o Rouxinol compreendeu a angústia do Estudante e, silencioso, no carvalho, pôs-se a meditar sobre o mistério do Amor.

Subitamente, abriu as asas pardas e voou.

Cortou, como uma sombra, a alameda, e como uma sombra, atravessou o jardim.

Ao centro do relvado, erguia-se uma roseira. Ele a viu. Voou para ela e posou num galho.

_ Dá-me uma rosa vermelha – pediu – e eu cantarei para ti a minha mais bela canção!

_ Minhas rosas são brancas; tão brancas quanto a espuma do mar, mais brancas que a neve das montanhas. Procura minha irmã, a que enlaça o velho relógio-de-sol. Talvez te ceda o que desejas.

Então o Rouxinol voou para a roseira, que enlaçava o velho relógio-de-sol.

_ Dá-me  uma rosa vermelha – pediu – e eu te cantarei minha canção mais linda.

A roseira sacudiu-se levemente.

_ Minhas rosas são amarelas como as cabelos dourados das donzelas, ainda mais amarelas que o trigo que cobre os campos antes da chegada de quem o vai ceifar. Procura a minha irmã, a que vive sob a janela do Estudante. Talvez ela possa te possa ajudar.

O Rouxinol então, dirigiu o vôo para  a roseira que crescia sob a janela do Estudante.

_ Dá-me uma rosa vermelha – pediu – e eu te cantarei a mais linda de minhas canções.

A roseira sacudiu-se levemente.

_ Minhas rosas são vermelhas, tão vermelhas quanto os pés das pombas, mais vermelhas que os grandes leques de coral que oscilam nos abismos profundos do oceano. Contudo, o inverno regelou-me até as veias, a geada queimou-me os botões e a tempestade quebrou-me os galhos. Não darei rosas este ano.

_ Eu só quero uma rosa vermelha, repetiu o Rouxinol, – uma só rosa vermelha. Não haverá meio de obtê-la?

_ Há, respondeu  a Roseira, mas é meio tão terrível que não ouso revelar-te.

_ Dize. Não tenho medo.

_ Se queres uma rosa vermelha, explicou a roseira, hás de fazê-la de música, ao luar, tingi-la com o sangue de teu coração. Tens de cantar para mim com o peito junto a um espinho. Cantarás toda a noite para mim e o espinho deve ferir teu coração e teu sangue de vida deve infiltrar-se em minhas veias e tornar-se meu.

_ A morte é um preço exagerado para uma rosa vermelha – exclamou o Rouxinol – e a Vida é preciosa… É tão bom voar, através da mata verde e contemplar o sol  em seu esplendor dourado e a lua em seu carro de pérola…O aroma do espinheiro é suave, e suaves são as campânulas ocultas no vale, e as urzes tremulantes na colina. Mas o Amor é melhor que a Vida. E que vale o coração de  um pássaro comparado ao coração de um homem?

Abriu as asas pardas para o vôo e ergueu-se no ar. Passou pelo jardim como uma sombra e, como uma sombra, atravessou a alameda.

O Estudante estava deitado na relva, no mesmo ponto em que o deixara, com os lindos olhos inundados de lágrimas.

_ Rejubila-te – gritou-lhe o Rouxinol – Rejubila-te; terás a tua rosa vermelha. Vou fazê-la de música, ao luar. O sangue de meu coração a tingirá. Em conseqüência só te peço que sejas sempre verdadeiro amante, porque o Amor é mais sábio do que a Filosofia; mais poderoso que o poder.. Tem as asas da cor da chama e da cor da chama tem o corpo. Há doçura de mel em seus braços e seu hálito lembra o incenso.

O Estudante ergueu a cabeça e escutou. Nada pode entender, porém, do que dizia o Rouxinol, pois sabia apenas o que está escrito nos livros.

Mas o Carvalho entendeu e ficou melancólico, porque amava muito o pássaro que construíra ninho em seus ramos.

_ Canta-me um derradeiro canto – segredou-lhe – sentir-me-ei tão só depois da tua partida.

Então o Rouxinol cantou para o Carvalho, e sua voz fazia lembrar a água a borbulhar de uma jarra de prata.

Quando o canto finalizou, o Estudante levantou-se, tirando do bolso um caderninho de notas e um lápis.

_ Tem classe, não se pode negar – disse consigo – atravessando a alameda. Mas terá sentimento? Não creio. É igual a maioria dos artistas. Só estilo, sinceridade nenhuma. Incapaz de sacrificar-se por outrem. Só pensa e cantar e bem sabemos quanto a Arte é egoísta. No entanto, é forçoso confessar, possui maravilhosas notas na voz. Que  pena não terem significação alguma, nem realizarem nada realmente bom!

Foi para o quarto, deitou-se e, pensando na amada, adormeceu.

Quando a lua refulgia no céu, o Rouxinol voou para a Roseira e apoiou o peito contra o espinho. Cantou a noite inteira e o espinho mais e mais foi se enterrando em seu peito, e o sangue de sua vida lentamente se escoou…

Primeiro descreveu o nascimento do amor no coração de um menino e uma menina; e, no mais alto galho da Roseira, uma flor desabrochou, extraordinária, pétala por pétala, acompanhando um canto e outro canto. Era pálida, a princípio, qual a névoa que esconde o rio, pálida qual os  pés da manhã e as asas da alvorada. Como sombra de rosa num espelho de prata, como sombra de rosa em água de lagoa era a rosa que apareceu no mais alto galho da Roseira.

Mas a Roseira pediu ao Rouxinol que se unisse mais ao espinho. – Mais ainda, Rouxinol, – exigiu a Roseira, – senão o dia raia antes que eu acabe a rosa.

O Rouxinol então apertou ainda mais o espinho junto ao peito, e cada vez mais profundo lhe saía o canto porque ele cantava o nascer da paixão na alma do homem e da mulher.

E tênue nuance rosa nacarou as pétalas, igual ao rubor que invade a face do noivo quando beija a noiva nos lábios.

// //

Mas o espinho não lhe alcançava ainda o coração e o coração da flor continuava branco – pois somente o coração de um Rouxinol pode avermelhar o coração de rosa.

_ Mais ainda, Rouxinol, – clamou a Roseira – raiar o dia antes que eu finalize a rosa.

E o Rouxinol, desesperado, calcou-se mais forte no espinho, e o espinho lhe feriu o coração, e uma punhalada de dor o traspassou.

Amarga, amarga lhe foi a angústia e cada vez mais fremente foi o canto, porque ele cantava o amor que a morte aperfeiçoa, o amor que não morre nem no túmulo.

E a rosa maravilhosa tornou-se purpurina como a rosa do céu oriental. Suas pétalas ficaram rubras e, vermelho como um rubi, seu coração.

Mas a voz do Rouxinol se foi enfraquecendo, as pequeninas asas começaram a estremecer e uma névoa cobriu-lhe o olhar, o canto tornou-se débil e ele sentiu qualquer coisa apertar-lhe a garganta.

Então, arrancou do peito o derradeiro grito musical.

Ouviu-o a lua branca, esqueceu-se da Aurora e permaneceu no céu.

A rosa vermelha o ouviu, e trêmula de emoção, abriu-se à aragem fria da manhã. Transportou-o o Eco, à sua caverna purpurina, nos montes, despertando os pastores de seus sonhos. E ele levou-os através dos caniços dos rios e eles transmitiram sua mensagem ao mar.

_ Olha! Olha! Exclamou a Roseira. – A rosa está pronta, agora.

Ao meio dia o Estudante abriu a janela e olhou.

_ Que sorte! – disse – Uma rosa vermelha! Nunca vi rosa igual em toda a minha vida. É tão linda que tem certamente um nome complicado em latim. E curvou-se para colhê-la.

Depois, pondo o chapéu, correu à casa do professor.

_ Disseste que dançarias comigo se eu te trouxesse uma rosa vermelha, – lembrou o Estudante. – Aqui tens a rosa mais linda e vermelha de todo o mundo. Hás de usá-la, hoje a noite, sobre ao coração, e quando dançarmos juntos ela te dirá o quanto te amo.

A moça franziu a testa.

_ Esta rosa não combina com o meu vestido, disse. Ademais, o Capitão da Guarda mandou-me jóias verdadeiras, e jóias, todos sabem, custam muito mais do que flores…

_ És muito ingrata! – exclamou o Estudante, zangado. E atirou a rosa a sarjeta, onde a roda de um carro a esmagou.

_ Sou ingrata? E o senhor não passa de um grosseirão. E, afinal de contas, quem és? Um simples estudante… não acredito que tenhas fivelas de prata, nos sapatos, como as tem o Capitão da Guarda… – e a moça levantou-se e entrou em casa.

_ Que coisa imbecil, o Amor! – Resmungou o estudante, afastando-se. – Nem vale a utilidade da Lógica, porque não prova nada, está sempre prometendo o que não cumpre e fazendo acreditar em mentiras. Nada tem de prático e como neste século o que vale é a prática, volto à Filosofia e vou estudar metafísica.

Retornou ao quarto, tirou da estante um livro empoeirado e pôs-se a ler…

Versão em português: Lázaro Curvêlo Chaves – julho de 2005

Ser bonzinho é foda!

Todo mundo sabe disso… ser bonzinho é foda… você faz tudo pela pessoa, por amor, é romântico, educado, prestativo… e a pessoa, do nada… cansa… cansa dessa coisa boa demais… ela quer aventura… e te deixa… pois é…

o texto abaixo é bem estilo “Marie Claire” ou “Nova” ou qualquer uma dessas nesse estilo… mas é até interessante, para homens e mulheres refletirem sobre o que realmente desejam (ou acham que desejam) num relacionamento:

Quer conquistar o homem dos seus sonhos? Então deixe de ser boazinha, afirma a autora americana Sherry Argov. Autora do livro “Por que os homens se casam com as manipuladoras” e do recém-lançado “Por que os homens amam as mulheres poderosas?”, ela acredita que as mulheres precisam ser mais assertivas quando o assunto é amor.- Parece que a maioria das mulheres perde a confiança e a auto-estima quando se apaixona. O medo de desagradar é tanto que ela faz todas as vontades do novo parceiro. O problema é que nenhum homem quer namorar uma mosca morta. Eles querem mulheres com vontade própria e que têm coragem de dizer o que querem e o que não gostam – afirma Sherry. Em entrevista ao site do GLOBO, ela revela algumas dicas disponíveis no novo livro.

Por que a conclusão que os homens querem uma mulher poderosa?

Todo homem quer uma companheira, uma mulher com quem poderá dividir coisas boas e ruins. Para isso, ela precisa ter personalidade e opinião própria. A mulher que é boazinha, agradável ou complacente demais acaba se tornando muito chata. As boazinhas acabam sendo confundidas com empregadas, secretárias, babás… Homens gostam de um desafio. Quem é excessivamente agradável não impõe respeito, e os homens querem casar com alguém que respeitam. A mulher tem que aprender a se colocar em primeiro lugar.


Quais as vantagens de se colocar em primeiro lugar?

Quem ouve este conselho logo pensa, “nossa, que mulher egoísta”. Nada disso. Quem se respeita, mostra ao outro que se ama e que não aceita desaforos sem dúvida passa a ser mais respeitada. O relacionamento acaba sendo mais satisfatório porque vira uma relação entre iguais. Além disso, os homens ficam intrigados com aquelas mulheres que têm coragem de dizer e fazer o que pensam e que não ficam medindo palavras o tempo todo.

Qual o seu conselho para as tímidas e as inseguras?

Mesmo quem é muito tímida ou tem pouca segurança perante os desafios pode mudar. O primeiro passo é não esquecer da sua essência. A timidez ou a insegurança são apenas uma faceta da sua personalidade. Depois, é necessário pensar nas suas prioridades. Você quer ser respeitada no amor? No trabalho? Então trate de superar este obstáculo.

Quais os maiores erros da mulher que reclama que faltam homens no mercado?

Acho que a maioria age como se um namoro ou um casamento fosse validar sua existência. Quem tem esta ânsia para casar geralmente precisa do relacionamento para se auto-afirmar. O pior é que não dá para esconder isto, os homens percebem este desejo na hora e saem correndo.

Por que as mulheres têm tanta dificuldade em ser assertivas?

Ainda somos muito julgadas quando mostramos que temos ambição e corremos atrás do nosso objetivo. Para um homem, isto não é mais do que a sua obrigação. Já a mulher ganha aqueles rótulos chatíssimos e passa a ser chamada de interesseira, difícil e por aí vai. Quem não quer ser rotulada acaba ficando quieta. O problema é que o silêncio pode fazer a mulher perder grandes oportunidades.


Você sempre se considerou uma mulher poderosa?

Sempre fui independente e nunca sonhei muito em casamento. É claro que sofri por amor e tive muitas desilusões, mas não tanto quanto minhas amigas que só pensavam em casar e ter filhos. Aprendi cedo que se um homem não me quer, eu também não quero estar com ele. Também não vejo a rejeição como algo ruim. Vejo como um sinal de que há algo melhor para mim logo ali na frente.

Amy Winehouse gosta de sofrer!

Os posts de hoje serão todos copiados porque tô sem vontade de escrever… enfim… é isso!

Quanto ao post em si… a Amy nao cansa, puta que pariu… já tá ela de novo com o Blake… ô paixão do caralho!

RIO – A cantora Amy Winehouse e seu ex-marido, o produtor Blake Fielder Civil, estariam juntos novamente, de acordo com o site “News of the world”. O casal teria se reencontrado nesta sexta-feira em um bar de Londres, depois de 14 meses separados.

“Amy estava planejando secretamente este encontro. Mas ela disse para todos que não queria ver Blake”, teria informado um amigo da cantora.

Ainda de acordo com o site, Amy e seu ex-marido teriam jantado e passado a noite juntos. Como a artista mantém dois seguranças em sua casa, o casal teria entrado pela janela dos fundos para ter mais privacidade.

“Os seguranças da casa receberam a ordem de proibirem a entrada de Blake na casa”, disse a fonte do “News of the world”. “Ele quer ficar com ela, é apaixonado por Amy, e está convencido de que eles devem ficar juntos”, completou.

Via “O Globo”

Vanusa canta o hino nacional… bêbada!

Por favor, me digam o que é isto!

A Vanusa (quem?) foi convidada a cantar o hino nacional na Assembleia Legislativa de Sampa e olha o que ela fez:

Acompanhemos o hino na versão de Vanusa (quem?)

0:36 – de um NOVO heroico e brado retubantchiiiii

1:35 – o homem de gravata azul… TENSO!

1:55 – o homem continua TENSO. E um outro, de gravata preta, tenta acompanhar a música… coitado!

2:25 – És belo, és forte, és risonho…. límpido. AHUAUHAUHAUHAHUAHU

2:35 – Se em teu formoso, risonho e límpido… A IMAAAAAGEM do cruzeiro….

3:40 – Ó Pátria amada…. palmas (termina logo porra! Mas ela não entende…)

4:10 – desconforto geral!

4:36 – Porra, alguém faça essa mulher parar!

5:01 – Ela é sutilmente interrompida! uhahuauhahuahua

Filtro Solar by Rafinha Bastos

Filtro Solar, o vídeo motivacional mais conhecido da internet, que teve sua versão em português narrada por Pedro Bial (e gerou um livro e um CD!) agora tem uma versão escrachada feita por Rafinha Bastos… eu esperava que fosse mais engraçado, mas, ainda assim, é interessante de se ver… ;^)

O lado brilhante da depressão

O título, extraído da revista Época, chama atenção. Como assim o lado brilhante da depressão? Confesso que não fiquei assim tão pasmo… não que tenha estado depressivo, mas percebo que sempre que estou triste, produzo mais, sinto mais… é como se estivesse aberto às coisas do mundo que não conseguia captar, é muito interessante. Os meus melhores textos são escritos em momentos de tristeza… li em algum lugar que esse tal lado brilhante seria nada mais que um mecanismo do cérebro para nos tirar da tristeza… quando mais precisamos de boas ideias, de novas sacadas, o cérebro vai e nos dá… é quase uma compensação… coitado… ele tá triste, não quer fazer mais nada da vida… então deixa o cara mais sensível, põe umas idéias super maneiras na cabeça dele… vamos ver o que ele faz com isso!

A reportagem (bem curta) segue abaixo:

Os cientistas americanos Paul Andrews e J. Anderson Thomson escreveram esta semana para a revista Scientific American explicando o artigo The bright side of being blue: Depression as an adaptation for analyzing complex problems (O lado brilhante de estar triste: Depressão como uma adaptação para analisar problemas complexos, em uma tradução livre), publicado recentemente por eles no periódico científico Psychological Review. Para Andrews e Thomson, a depressão não é uma desordem mental, mas uma adaptação que, apesar de dificultar em vários aspectos a vida das pessoas que se encontram nesse estado, também traz benefícios.

“Isso não quer dizer que a depressão não seja um problema”, escreveram os pesquisadores na Scientific American. “Pessoas depressivas têm problemas em realizar atividades diárias, não conseguem se concentrar em seus trabalhos, tendem a se isolar, são letárgicas, e muitas vezes perdem a capacidade de sentir prazer em atividade como comer e fazer sexo”.

Mas mesmo com todos esses problemas, Andrews e Thomson acreditam que exista algo útil sobre a depressão: depressivos, os cientistas afirmam, pensam mais intensamente em seus problemas; ficam meditando sobre esses problemas e têm dificuldade em pensar sobre qualquer outra coisa. Segundo Andrews e Thomson, diversos estudos mostram que esse tipo de pensamento pode ser altamente analítico. “[Pessoas em depressão] demoram-se em um problema complexo, dividindo-o em componentes menores, que são considerados um de cada vez”, afirmam. “Esse estilo de pensamento analítico pode ser bastante produtivo”.

Andrews e Thomson afirmam ter encontrado evidências de que pessoas que ficam mais deprimidas enquanto resolvem um problema complexo em um teste de inteligência tiram notas maiores no teste; pessoas em depressão também resolvem mais facilmente dilemas sociais. Para eles, a possibilidade de “ligar” um estado de depressão parece ser uma habilidade importante, não apenas uma desordem ou um acidente, que serve para resolver um problema social complexo.

E aí? O que você acha? Há realmente um lado brilhante da depressão, ou depressão é uma merda e ponto final?

Músicas em versão de orquestra!

Para quem ainda não conhece, tá rolando na internet há um tempo já algumas versões orquestradas bem legais de músicas conhecidas, entre elas, Poker Face da Lady Gaga. Tudo isso obra de um cara chamado Walt Ribeiro. As versões ficaram maravilhosas, vale a pena dar uma clicada e ouvir! ;^)

1 – Poker Face, Lady Gaga.

2 – Beat it , Michael Jackson

3 – Radio Reckoner, Radiohead

E aí? Curtiram?

Desenrugamento de pele (em cima de trabalho de uma mulher e um moreno)

Esse vídeo é ótimo de tão non-sense!!! Um cara é preso por tacar uma pedra na janela do carro de uma mulher, tendo quase acertado um bebê. O motivo? Assistam!

Coitado, fizeram um trabalho em cima dele (uma mulher e um moreno) justo ele que tem um corpo estadual, legal e bonito!!!

O Horóscopo Árabe

Vi no http://www.insoonia.com e resolvi copiar na cara dura! hahahahaha

Os árabes têm uma forma especial para traçar a personalidade da vida amorosa de cada pessoa. Os conhecimentos milenares deste povo fizeram com que eles desenvolvessem símbolos diferentes, para expressar o que cada um dos signos do Horóscopo ocidental sente quando está apaixonado.

ARMAS CURTAS
As pessoas nascidas sob influência dessas armas sempre conseguem estabilidade no amor. Mas são ciumentas e não admitem traição. No sexo, gostam de exclusividade.

Virgem – Faca
Áries – Punhal
Câncer – Facão
Escorpião – Punhal árabe

ARMAS MÉDIAS
Quem nasceu sob a influência das Armas Médias, para ser feliz no amor, precisa deixar de lado o apego às coisas materiais. Na vida sexual, são ativas e gostam de renovar.

Gêmeos – Maça de ferro
Touro – Clava
Peixes – Machado
Libra – Corrente

ARMAS LONGAS
Se entregam totalmente ao amor e investem tudo o que têm para conquistar o seu parceiro. Gostam de dominar a pessoa amada, o que pode atrapalhar o relacionamento. No sexo, são ardentes e apaixonadas.

Leão – Espada
Capricórnio – Lança
Aquário – Funda
Sagitário – Arco

SIGNIFICADO DAS ARMAS

Faca

Sua característica principal é o orgulho. São ciumentos, possessivos e gostam de dominar em qualquer situação. Quando brigam por ciúmes, sempre querem ser os vencedores. No sexo, só são felizes se encontram a pessoa ideal.

Punhal

Sua energia sexual é invejável. São uns amantes generosos e sempre procuram agradar os parceiros. No romance, não dispensam o diálogo, e tudo tem que ser bem explicado. São sentimentais e não gostam de magoar quem está ao seu lado.

Facão

Nem sempre conseguem expressar o que desejam na hora do sexo. São sensíveis e conservadores. Sua característica principal é o companheirismo, por isso tratam o parceiro com igualdade e fazem dele seu verdadeiro amigo.

Punhal árabe

São pessoas sonhadoras que gostam de fugir da realidade. Às vezes, tem atitudes egoístas. São de uma sensualidade extrema. É considerada a arma mais ardente de todas do Horóscopo Árabe.

Maça de ferro

Geralmente são sinceros e procuram não frustrar as pessoas com as quais se relacionam. São excelentes companheiros, principalmente para dividir os problemas íntimos. Quando estão apaixonados costumam dividir tudo com a pessoa amada.

Clava

Lutam com todas as armas para defenderem a pessoa amada. Sempre acreditam no amor eterno. Detestam brigas e traições, investem nos relacionamentos e fazem de tudo para torná-los duradouros. Só gostam de sexo quando estão apaixonados e confiam no parceiro.

Machado

Muito dedicados, costumam cercar a pessoa amada de atenção e de muito carinho. No sexo, são super-ardentes e gostam de inovar. Usam a criatividade para descobrir novas formas de conquistas.

Corrente

São cheios de energia e sempre acompanham o ritmo da pessoa amada. Carinhosos ao extremo, preservam a amizade e a fidelidade no relacionamento. No sexo, são românticos e gostam de ambientes aconchegantes.

Espada

Não pensam duas vezes para se arriscarem numa aventura, mesmo que não saibam qual será o resultado. Mas também costumam se arrepender rapidinho e ficam atormentados pela culpa.

Lança

Estão sempre se sentindo incompreendidos. São controladores e gostam mais de cobrar e receber do que investir nos relacionamentos. No sexo, costumam ser egoístas e não se preocupam em satisfaze o apetite sexual de seu parceiro.

Funda

As pessoas sob influência desta arma acreditam que a essência da vida é o sexo. Sem ele não conseguem fazer nada. São românticas e sentimentais. No romance, são muito exigentes e rigorosas. As vezes, chegam a ser radicais.

Arco

Para as pessoas sob a influência desta arma, a vida sentimental é sempre agitada. Amam a liberdade mas por não saberem controlar os excessos costumam cometer alguns erros. No sexo adoram inovar e fazer amor de forma extravagante

Os efeitos da droga

O vídeo tá em alemão, mas é bem curtinho e muito engraçado! Em menos de 2 minutos o vídeo mostra os efeitos que diferentes tipos de droga causam na pessoa… na lista:

1 – Heroína
2 – Haxixe
3 – LSD
4 – Cocaína
5 – Álcool
6 – Valium
7 – Ecstasy
8 – Cola
9 – Absinto
10 – Todas juntas

Ainda não achei a versão com legenda, mas se houver, por favor me falem!


Conectado em tudo… será?

Sei que há alguns posts atrás tinha falado mal do Twitter… pois é… fiz o cadastro por lá! hahahah

Ainda acho um serviço um bocado supérfluo, mas até que não é de todo ruim… é uma chance de compartilhar pensamentos, videos, coisas interessantes… quem quiser, é só me seguir em @cronyco.

Voltei também com o fotolog… tudo sem compromisso algum com a assiduidade dos posts. Senti falta de postar no fotolog porque bem ou mal ele registrava em fotos e texto momentos da minha vida que gosto de relembrar, pro bem ou pro mal… por isso voltei a postar por lá…

No blog vou continuar postando textos meus, coisas interessantes que vi na net… enfim…

e assim vamos caminhando, conectados em tudo, mas distantes uns dos outros… é a sensação que tenho, muitas vezes…

um abraço!

Meu Primeiro beijo.

Hoje vou postar um texto beeem antigo (graças a Deus!) sobre meu primeiro beijo. Ele aconteceu um bocado tarde, com 17 anos, mas foi memorável :^P e ainda acabou gerando um dos textos mais engraçados que já fiz (pelo menos eu sempre morro de rir, relembrando aquele dia!).  É um pouco grande, mas bem interessante (vendendo meu peixe! =P)

Ygor e Kitty

16 de outubro. “Hoje é o dia!” pensei. Há 17 anos esperava por aquilo, na verdade já havia demorado tanto que nem me importava tanto com aquilo, mas enfim, o dia havia chegado. Tanto tempo resumido em que? Um ou dois minutos? Mas eram um ou dois minutos magníficos! Que podem mudar sua vida! Pensava uma de minhas consciências.
Vamos repassar. Você sai da prova, fala com ela. Ela com certeza vai dar a entender que quer ir… vocês vão. Mas… e ai?
- No colégio? – pensei.
Não, muita gente conhecida.
- No ponto?
Ponto de ônibus? Que anti-romântico!
- Dentro do ônibus?
Mas trepida muito… seria um péssimo começo.
É… teria que ser por lá mesmo… o Shopping! O lugar mais óbvio de todos.
- Mas Ygor, pode não rolar nada. Vocês só vão pra lá pra comprar uma borracha não é? Uma borracha! Se acontecer algo… ah, se acontecer algo… aconteceu!
Minha cabeça, como sempre, em nada me ajudava.
Acabada a prova, a encontrei. Mas como previa, só o fato de vê-la já me deixava congelado como se ela dissesse “venha, tô aqui, deixa de ser molengão! Bora!!!! Não tenho todo o tempo do mundo!” congelava porque não trabalho sob pressão, mesmo que ela não dissesse aquilo, eu sentia, e pra mim era a mesma coisa.
- Ygor ce não vai não? Daqui a pouco é o niver da Bia.
Fomos…
Opção Colégio: Descartada
No ponto falamos da prova, mas minha cabeça trabalhava a mil. Eu pensava no que tinha de fazer e pensava que estava pensando muito no que fazer. Uma confusão só, que resultou em…
Opção Ponto de Ônibus: Descartada
No ônibus seria o grande momento! Não haveria como errar a não ser que… a não ser que um grupo de velhinhas que pareciam ter saído de um asilo não enchessem o ônibus… velhinhas sempre reclamam!!
Opção Ônibus: Descartada.
Chegando lá, ela foi comprar a borracha, pra minha infelicidade na primeira loja que viu.
- Por que não podia ser nas Lojas Americanas? Até lá já tava preparado. – pensei, cada vez mais nervoso.
Após ter comprado ela fez A PERGUNTA:
- Pra onde vamos?
E eu dei A RESPOSTA (após encher os pulmões):
- Para… Siciliano!!
- Siciliano? – ela perguntou.
- Claro, Siciliano.
- Lá é o seu território não é?
Não respondi com tanta vergonha que tava da minha resposta…
- Siciliano Ygor?! Que isso? Tá maluco?!! Isso lá é hora de ver livros? Você já faz isso todas as vezes que vem aqui. Você não veio pra comprar, nem ler livros!
Enquanto entrei, abri uns livros, li alguns, mostrei outros pra ela, minha cabeça só dizia: “Sai daí, Porra!!!”.
Saímos… não tava conseguindo… não adiantava fingir ser uma pessoa que eu não era.
Então, dessa vez, EU fiz A PERGUNTA:
- Eai Kitty? Pra onde vamos?
E ela me deu A RESPOSTA:
- Você que sabe.
- Me fodi! – esse foi o pensamento instantâneo que passou por mim. Tava esperando que ela falasse. Justo ela! Uma garota tão extrovertida, que sempre, pensava eu, tinha pedido pra ficar com os garotos… por que ela tava tão tímida?
- Tá bom, respondi. – e saí andando.
- Ygor, pensa… um lugar, lugar, lugar… Praça de Alimentação?
- Não. Tem que ter uma proximidade maior.. .as cadeiras atrapalham.
- Alguma loja?
Nesse pequeno tempo ainda consegui imaginar, eu entrando em uma dessas lojas de roupa. A atendente chegando e perguntando:
- Deseja alguma coisa senhor?
- Sim, quero ter uma atitude… você me ajuda? Precisa ser tamanho GG.
- Temos nas cores…
- Pára Ygor!! Não desvirtua! Pra onde você vai levá-la?
Até que meu instinto me levou pro lugar mais óbvio dentro do próprio obviedade. O local que eu chamo de Muro das Lamentações, que de lamentação, na verdade, não tem nada. Lá perto do Playcity.
- Pra onde você tá me levando? – perguntou.
- Não sei. Vamos por aqui e ver onde saímos. – respondi.
Tá, foi o cúmulo do cinismo, porque ambos sabiam onde aquele caminho daria, mas foi a coisa mais sensata que consegui dizer!
Lá chegando, casais se pegando (surpresa!) e um guarda… pessoas no parque, mesmo que vazio… era chegada a hora.
- Kitty, vou abrir o jogo. Eu não sei o que fazer.
- Olha… eu vou te falar… sou tradicionalista
- (ai meu deus!) Como assim?
- Pra mim, é o homem que toma a iniciativa
- PU-TA QUE PA-RIU! – o pensamento foi tão forte que quase falei.
- Ygor, tu tá na cara do gol, sem goleiro, é chutar, não é possível que tu erre!
Mas eu ficava lá parado. Era como se milhões de informações estivessem passando pela minha cabeça e eu estivesse dando tilt.
Fui me aproximando…
- Então eu vou – disse.
Só que sempre parava antes de começar.Na minha cabeça aquela situação era muito falsa como se fosse algo do tipo “ponho a mão aqui. Agora vou pôr aqui. Vou chegar perto. Estou abrindo a boca. Estou encostando a língua…”  quer dizer… nada a ver!
A partir de agora, se quiser ter uma visão muito próxima de como estava me sentindo, pense num cara que acabou de broxar pela primeira vez. Tava assim mesmo.
- Desculpa Kitty. Eu não to conseguindo.- dizia, quase que choramingando, abraçado a ela.
- É só um beijo, seu viado! – pensava. Mas no meu caso, pensar não é agir.
Me lembro que a abracei mais umas 3 vezes. Até que chegamos ao estágio critico, fase 2.
- Ygor, você realmente quer ficar comigo?
- Eu qu, acho que vo-vo-cc, acho que u-u, ô! Acho que tipo, eu quero fisc-fic-ficar…ô! Sim, eu quero. E você?
- Eu também.
E fez-se o silêncio. Era agora… era o momento! Mas quem disse que eu me mexi? Um só palmo! Se você agora tá com um sentimento de raiva ou algo parecido, acredite, me senti da mesma forma.
Rimos e nos abraçamos e passamos ao estagio critico, fase 3, ameaça nuclear.
- Tá, eu vou contar até 3 tá Ygor? No 3 você vai.
- Tá… tô preparado.
-1…
-2…
- Péééra! Pára! Tá falso… falso demais.
Nos abraçamos, rimos, eu quase chorando, e a contagem se repetiu por mais 2 vezes. Até que 3 fatores mudaram essa rota…
Enquanto estávamos abraçados percebi que o guarda estava com um sorriso de canto de boca, se divertindo com a minha desgraça… maldito!
Estávamos atrasados para o aniversario da Bia.
Ela disse: “Ygor… estamos atrasados… é agora ou nunca.”
…………………………………………………………………………………………………………………………………
“ Porra!!! Consegui! Nossa! É bom! Quanto temp Ygor! Pára de pensar!! Aproveita!!! Se concentre no que está fazendo! “
Não sei o que aconteceu, a adrenalina foi tão grande que só me lembro de já estar beijando-a e ainda assim, pensando. Mas foi por pouco tempo… depois do meu primeiro beijo eu fiquei calminho, calminho.Quase um Nirvana, eu diria. Não pensava em mais nada. E como havia pensado no começo de tudo isso, foram 17 anos de empecilhos, pensamentos-lixos, que se resumiram em maravilhosos minutos, mas eu não precisava ter pensado tanto!
E essa foi a historia do meu primeiro beijo…

Filmes que quero ver…

Tô ansioso para ver alguns filmes cuja previsão de lançamento está beeeem longe… alguns mais do que outros, obviamente… ando numa fase cinéfila e indo um bocado ao cinema… eis os filmes que me enchem os olhos… já estou ansioso!

1 – Dorian Gray

O filme é baseado no famoso livro de Oscar Wilde e tem como protagonistas o Colin Firth (ator inglês que vive dando as caras nas comédias britânicas) como Lord Henry e o Ben Barnes (o Príncipe Caspian das Crônicas de Nárnia) como Dorian.

Pra quem não sabe, “O Retrato de Dorian Gray” conta a história de Dorian, um rapaz de beleza única que começa a ser corrompido pela sociedade e pelo próprio Lord Henry. Ele se entrega a esse mundo de prazer sem medir as consequências… sua beleza permanece intacta, ainda que o tempo passe, mas seu retrato mostra sua verdadeira face… podre, velha e acabada. É um livro muito interessante sobre o jogo das aparências.

2 – Tron 2: Legacy

Continuação do primeiro e antiguíssimo filme, Tron Legacy conta as desventuras de Sam Flynn, um viciado em tecnologia de 27 anos que investiga o desaparecimento de seu pai, Kevin Flynn. Sumido há 25 anos, Kevin é o herói do primeiro longa da série. No meio de sua investigação, o jovem acaba puxado para o mesmo mundo virtual que seu pai.

3 – Onde vivem os monstros

Bom… já vou falando que não gostei nenhum pouco pro nome que deram para “Where the wild things are”… perdeu o mistério, deu um ar de filme de terror ou então filme da Pixar… os “monstros” me parecem um tanto quanto bizarros no filme mas ainda assim há uma certa fofura no filme :^P tô instigado!

4 – Bruno

Precisa dizer alguma coisa?! uhahuauhauhauhauha

5 – Alice no país das maravilhas

Esse filme PRO-ME-TE! Tim Burton tem tudo a ver com a história de Lewis Caroll. O Depp então….

E vocês? Quais filmes estão querendo ver?

Uma forma inusitada…

Achei muito foda o video abaixo, mostrando a entrada dos padrinhos e noivos na igreja. Mais parece uma cena de filme… super original, deu até vontade de casar :^P. hehehehhehe

Pequena História de Um Casal Normal

Fred amava Samantha que amava Fred. Eram felizes. Mas Fred amava Samantha que amava Fred que curtia os finais de semana com Roberta. Fred era feliz, Samantha não. Samantha e Fred descobriram a besteira que ele havia feito. Se separaram. Samantha tinha ódio, Fred amor. Fred quis voltar, Samantha continuar. Fred sofreu e com o passar do tempo Samantha também. Pular o muro do orgulho parecia não ser tarefa para nenhum deles.

Fred mudou. Samantha mudou. Mudaram? Falaram. Ele primeiro, depois ela. Volta pra mim? Sim. Prometo fazer tudo diferente dessa vez. Espero que sim.

Mas as flores dadas a Samantha, tais quais as promessas, exalaram belos e seguros odores, alegrando a todos que vissem, até murcharem e morrerem.

As Leis do Amor

A partir de agora irei postar também uns textos que escrevo/já escrevi quando alguma inspiração divinamente paira sobre mim e incorporo Chico Xavier, escrevendo páginas e páginas por horas e horas.

O texto logo abaixo foi escrito por mim há uns 3 anos, acredito. Mas não sei porque, gosto dele e sempre que chega o dia dos namorados eu o posto em algum lugar, seja o blog ou no orkut.

Aqui vai ele, espero que gostem!

I. Fica decretado que todos aqueles que tentarem decifrar o amor estarão condenados à tarefa mais difícil de suas vidas, pois quem, até hoje, cumpriu tal função com 100% de êxito?
II. Será abolida a palavra “amor” do dicionário, pois o amor não é algo que se define, mas algo que se vive e sente.
III. Todos aqueles que tentarem banalizar o amor serão condenados à morte. Não pela sociedade, mas por si próprios, já que diminuem o verdadeiro valor do sentimento que rege o mundo.
IV. Fica decretado que o amor, a partir de agora, não causará guerras. O homem deve aprender que o amor, seja ele de qualquer espécie, não deve ser associado a algo tão infame, doloroso e sanguinário.
V. Aqueles que acreditam na máxima: “Quem ama perdoa”, têm o dever pessoal de realmente perdoarem aqueles que amam. Serão condenados os hipócritas que dizem perdoar, mas na verdade só esperam o melhor momento para vomitar dores e ressentimentos. Estes são os piores, visto que tocam em feridas que antes pensávamos estar cicatrizadas e com isso nos machucam. Mais dolorosa que um tapa, a dor transcende o físico para nos atingir diretamente no peito.
VI. A partir de hoje serão abolidas todas as amarras do amor. O homem deve entender que a individualidade de cada um deve ser preservada. O amor não é uma subtração e sim uma soma.
VII. Serão condenadas as chantagens emocionais. Todo aquele que ainda se utilizar deste artifício para se manter preso a alguém que não o quer precisará reaprender, por bem ou por mal, que o amor próprio vem antes do amor ao próximo.
VIII. Fica decretado que o amor das crianças não será rebaixado a uma condição inferior à dos adultos. O fato dos mais velhos terem uma visão diferente do amor não significa que a forma delas expressarem afeto é menos qualificada que a deles. Todos têm visões e formas diferentes de expressarem seus sentimentos.
IX. O amor na terceira idade, a partir de agora, será admirado por seu exemplo de companheirismo e solidez. Não será admitido o pensamento antiquado de que o amor dos mais velhos é “estranho”, algo fora do comum, ou uma tentativa de se passarem por jovens. Todos, em qualquer idade, têm o direito de amar da forma que lhe convier, sem pressões e julgamentos da sociedade que nos envolve.
X. Fica decretado que todos, após lerem todas as leis, têm o dever de queimá-las a fim de que, num futuro próximo, tais leis estejam, não no papel, mas no coração, na mente e nas atitudes de cada um, que saberá e viverá verdadeiramente o amor em todos os seus aspectos.

E aí? O que achou?

——————— UPDATE ——————–

Eu juro que não sabia, mas eis que procurando alguma imagem pro post… olha o que encontro: Um livro chamado “Leis do Amor” escrito por…. Chico Chavier!!! Juro que paro de falar no nome dele!

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